A RESOLUÇÃO 887, DE 11 DE JULHO DE 2024 da ANVISA trouxe um novo patamar de exigência para a cadeia de Gás Medicinal no Brasil.
Com prazo de adequação até julho de 2026, as distribuidoras de gás medicinal precisam revisar processos, sistemas e rotinas para garantir rastreabilidade de cilindros e lotes, controle de qualidade e capacidade de responder a auditorias da ANVISA com segurança.
Este artigo foi pensado para decisores e gestores que precisam de uma visão clara e prática sobre o tema. Aqui você vai entender:
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O que muda com a RESOLUÇÃO – RDC Nº 887 da ANVISA;
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Porque a rastreabilidade em tempo real deixou de ser opcional;
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Quais são os riscos de manter controles manuais ou sistemas genéricos;
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Como Soluções de Gestão Integradas, como RTSys SGI e RTSys SFA, apoiam a adequação até 2026.
O que a RESOLUÇÃO – RDC Nº 887, DE 11 DE JULHO DE 2024 da ANVISA traz para o gás medicinal
A RESOLUÇÃO – RDC Nº 887 da ANVISA atualiza e reforça o entendimento de que o gás medicinal deve ser tratado com o mesmo rigor aplicado a medicamentos. Isso impacta diretamente a forma como as distribuidoras precisam operar.
Entre os principais pontos que afetam a distribuição, destacam-se:
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Maior foco em rastreabilidade de cilindros e lotes;
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Necessidade de registros confiáveis de cada etapa da cadeia de distribuição;
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Ênfase em controle de qualidade e documentação de processos;
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Capacidade de demonstração rápida e organizada das informações durante inspeções.
Na prática, a distribuidora não pode mais se apoiar apenas em controles dispersos. A ANVISA espera uma visão estruturada e integrada da operação.
Rastreabilidade de cilindros e lotes: o coração da nova exigência
A rastreabilidade sempre foi importante, mas, com a RDC Nº 887, ela se torna obrigatória em nível detalhado.
O que significa rastreabilidade na visão da regulamentação
Em uma distribuidora de gás medicinal, rastrear significa:
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Cada cilindro ter uma identificação única, associada a seu histórico;
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Cada lote estar claramente vinculado aos cilindros que recebeu;
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Cada movimentação (envase, armazenamento, expedição, entrega, retorno, manutenção, descarte) ser registrada;
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Ser possível responder com rapidez a perguntas como:
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“Para quais clientes este lote foi enviado?”
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“Qual é o histórico completo deste cilindro?”
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“Onde estão, hoje, os cilindros vinculados a determinado lote?”
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Esse nível de visibilidade é o que permite à ANVISA verificar se a empresa realmente controla sua operação, e não apenas registra “por obrigação”.
Porque controles manuais e sistemas genéricos se tornam um risco
Muitas distribuidoras ainda se apoiam em:
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Planilhas eletrônicas espalhadas por setores;
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Anotações em papel;
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Sistemas genéricos que não foram desenhados para rastreio de cilindros e lotes.
Com a RDC Nº 887, DE 11 DE JULHO DE 2024 da ANVISA, esses modelos passam a ser um ponto crítico de risco, porque:
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O risco de erro de digitação ou de perda de informação aumenta;
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É difícil consolidar rapidamente dados para uma auditoria da ANVISA;
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A empresa depende de pessoas específicas para “traduzir” as planilhas;
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A resposta a uma fiscalização pode ser lenta, confusa e incompleta.
Além do risco regulatório, isso também afeta a imagem da distribuidora junto a clientes, que cada vez mais exigem segurança, rastreabilidade e profissionalismo.
Soluções de Gestão Integradas: organizando a casa para a nova RDC
Para atender às exigências da RESOLUÇÃO – RDC Nº 887 da ANVISA, faz sentido que as distribuidoras adotem Soluções de Gestão Integradas específicas para sua realidade.
É nesse contexto que entram o RTSys SGI e o RTSys SFA.
RTSys SGI – Solução de Gestão Integrada focada em rastreabilidade
O RTSys SGI atua como a base da gestão da distribuidora, permitindo:
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Cadastro centralizado de cilindros, lotes e clientes;
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Registro das etapas da operação (envase, estoque, expedição, entrega, retorno, manutenção);
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Histórico completo de cada cilindro vinculado a seus respectivos lotes;
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Emissão de relatórios estruturados que facilitam a resposta a auditorias da ANVISA.
Com o SGI, a distribuidora passa a ter uma única fonte de verdade para seus dados de operação e rastreabilidade.
RTSys SFA – conectando a linha de frente ao sistema
O RTSys SFA complementa essa estrutura atuando diretamente no campo:
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Motoristas e equipes de operação registram entregas, coletas e trocas de cilindros em tempo real, via aplicativo;
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Cada movimentação é enviada automaticamente ao RTSys SGI;
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A empresa passa a enxergar a posição dos cilindros com muito mais precisão;
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Reduz-se a dependência de papel, recados verbais ou anotações soltas.
A combinação RTSys SGI + RTSys SFA oferece uma visão de rastreabilidade que cobre desde a operação interna até as rotas e clientes atendidos.
Adequação até julho de 2026: por que começar agora
Embora o prazo de adequação seja julho de 2026, deixar tudo para a última hora pode expor a empresa a:
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Correria para ajustar processos;
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Implantação apressada de sistemas;
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Falhas de treinamento;
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Dificuldade para corrigir inconsistências históricas.
Ao começar a se organizar agora, a distribuidora ganha tempo para:
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Mapear a situação atual da rastreabilidade;
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Definir processos claros e documentados;
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Implantar uma Solução de Gestão Integrada;
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Treinar equipes e ajustar rotinas com calma;
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Simular auditorias internas antes de uma fiscalização real.
FAQ – RESOLUÇÃO – RDC Nº 887, DE 11 DE JULHO DE 2024 da ANVISA e gás medicinal
1. O que é a RESOLUÇÃO – RDC Nº 887?
É uma regulamentação da ANVISA que atualiza as exigências relacionadas à produção, controle, armazenamento e distribuição de gás medicinal no Brasil, com forte ênfase em rastreabilidade, controle de qualidade e documentação.
2. Quando a RESOLUÇÃO – RDC Nº 887 passa a ser obrigatória para distribuidoras de gás medicinal?
Sim. O prazo de adequação vai até julho de 2026, quando as distribuidoras devem estar alinhadas às exigências da norma.
3. O que a ANVISA costuma verificar em auditorias relacionadas ao gás medicinal?
A ANVISA verifica, entre outros pontos:
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Organização e consistência dos registros de cilindros e lotes;
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Capacidade de rastrear um cilindro ou lote específico;
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Existência de processos claros e documentados;
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Conformidade com os requisitos da RESOLUÇÃO – RDC Nº 887.
4. Por que a rastreabilidade é tão central nessa resolução?
Porque ela permite identificar rapidamente a origem de um problema, localizar produtos envolvidos, proteger pacientes e instituições de saúde e reduzir riscos sanitários e regulatórios.
5. Como uma Solução de Gestão Integrada como o RTSys SGI + RTSys SFA ajuda na adequação à RESOLUÇÃO – RDC Nº 887, da ANVISA?
Essas soluções organizam a rastreabilidade, as movimentações e os registros da operação em um ambiente único, confiável e estruturado, facilitando a geração de relatórios, o acompanhamento em tempo real e a resposta a auditorias da ANVISA.





