Se você é gestor de uma distribuidora de GLP a granel, vive um cenário de pressão constante:
- Rotas complexas para atender condomínios, indústrias, hospitais e comércios.
- Custos logísticos altos, com diesel e frota pesando no resultado.
- Exigências da ANP e das Receitas Estaduais, sem margem para erro fiscal.
- Clientes que não podem ficar sem gás e cobram regularidade.
Um ERP genérico enxerga isso como “vendas + entregas”.
O RTSys SGI foi criado justamente para o que você faz: distribuição de GLP a granel, com rotinas pensadas para esse tipo de operação.
Neste artigo, você vai ver como o SGI da RTSys, integrado ao RTSys SFA no campo, ajuda a:
- organizar rotas e capacidade de veículos,
- ter mais previsibilidade em estoque de clientes,
- acelerar faturamento e cobrança,
- e enxergar melhor o resultado da operação – impactando o ROI de forma concreta.
O que é o SGI da RTSys para distribuidoras de GLP a granel
O RTSys SGI é um ERP integrado desenvolvido desde 2000 para o mercado de GLP a granel.
Ele reúne, em rotinas conectadas:
- Financeiro e contábil – contas a pagar/receber, fluxo de caixa, balancetes, demonstrativos.
- Fiscal – apuração de impostos, livros fiscais, obrigações da ANP e integração com Receitas Estaduais da Indústria do Gás.
- Compras e estoque – controle de entradas, lotes, saldo, custo médio.
- Vendas e distribuição – rotinas de pedidos, contratos, programação de entregas, apoio à roteirização.
O RTSys SFA é o app que complementa o SGI em campo, levando para a mão do motorista:
- informações de clientes,
- histórico de vendas,
- situação de crédito,
- sequência de atendimento na rota,
- e emissão de NF/boleto durante a distribuição, quando o modelo comercial permite.
A ideia central é simples: o que acontece na rua alimenta o SGI, e o que está no SGI orienta o que acontece na rua.
7 desafios reais das distribuidoras de GLP a granel – e como o SGI ajuda a enfrentar cada um
Abaixo, 7 desafios típicos de gestores de GLP a granel e como as rotinas do SGI + SFA ajudam a lidar com eles.
Sem promessas irreais, mas com ganhos práticos.
1. Organizar trajetos de rota na distribuição de GLP
Desafio
Rotas mal planejadas:
- geram mais km rodado,
- aumentam gasto de diesel,
- fazem o caminhão “ir e voltar” sem necessidade.
Como o SGI ajuda
Com o SGI, você pode:
- cadastrar rotas, regiões e agrupamentos de clientes,
- registrar o percurso dos caminhões,
- usar o histórico de atendimento para ajustar a programação.
Isso não é um “algoritmo mágico”, mas uma forma prática de:
- enxergar a rota,
- organizar melhor a sequência,
- revisar decisões de programação com base em dados.
Impacto
- Tendência de redução de km rodado por entrega.
- Uso mais racional da frota.
- Base de informação para revisar rotas que estão caras ou mal dimensionadas.
2. Cumprir prazos e manter regularidade no fornecimento
Desafio
Atrasos em clientes estratégicos (indústrias, hospitais, condomínios) colocam contratos em risco.
Como o SGI ajuda
O SGI permite:
- acompanhar pedidos e contratos em uma visão central;
- visualizar pendências por cliente, região ou tipo de consumo;
- registrar padrões de consumo e periodicidade de atendimento.
Com isso, sua equipe de programação e atendimento consegue:
- priorizar clientes críticos,
- enxergar pedidos que não podem atrasar,
- se organizar melhor para evitar corridas de última hora sempre.
Impacto
- Redução de emergências desnecessárias.
- Menos “apagar incêndio” e mais previsibilidade.
- Melhor imagem junto a clientes que não podem ficar sem gás.
3. Controlar melhor o impacto do diesel e dos custos logísticos
Desafio
Diesel é um dos maiores custos variáveis da operação de GLP a granel.
Sem controle, o custo logístico corrói a margem.
Como o SGI ajuda
Mesmo sem “calcular diesel por km/entrega” de forma automática e isolada, o SGI ajuda porque:
- consolida dados de entregas por rota, veículo, período;
- permite lançar custos de frota por centro de custo/veículo;
- oferece relatórios gerenciais que cruzam informações de atendimento e custo.
Na prática, você consegue:
- identificar rotas mais caras,
- comparar veículos,
- enxergar onde ajustes de programação ou de frota podem reduzir custo.
Impacto
- Melhoria gradual na relação custo x volume entregue.
- Mais clareza sobre onde o diesel está pesando mais.
- Base concreta para decisões de rota, frota e negociação de fretes.
4. Monitorar estoques de clientes de forma mais próxima
Desafio
Sem visibilidade mínima de estoques dos clientes:
- você reage a pedidos de última hora,
- roda mais em emergências,
- corre risco de desabastecimento de cliente.
Como o SGI + SFA ajudam
- Em condomínios com medidores individualizados, o SGI está preparado para receber dados de leitura (feitas por leiturista) e usar isso no faturamento e nos relatórios.
- Em outros clientes, o registro de consumo e atendimento feito no SFA alimenta o histórico no SGI.
Isso permite:
- acompanhar padrões de consumo,
- planejar visitas de forma mais antecipada,
- ter uma noção mais próxima da necessidade de reposição.
Impacto
- Menos corridas de emergência por esquecimento ou falta de visibilidade.
- Planejamento melhor de entregas regulares.
- Atendimento mais profissional, baseado em histórico.
5. Manter conformidade fiscal e regulatória com faturamento alinhado
Desafio
Você precisa:
- cumprir obrigações da ANP;
- atender exigências das Receitas Estaduais;
- emitir NF corretamente;
- evitar erros que geram multas ou glosas.
Como o SGI ajuda
O SGI reúne rotinas que:
- tratam faturamento de maneira integrada ao fiscal;
- geram documentos de acordo com regras tributárias do setor;
- apoiam o cumprimento de obrigações da ANP e das Receitas Estaduais da Indústria do Gás.
Com o SFA, em clientes onde isso se aplica, é possível:
- emitir e imprimir NF (DANFe) e boleto durante a distribuição;
- enviar essas informações para o SGI, que atualiza financeiro, contábil e fiscal.
Impacto
- Menos retrabalho entre operação, faturamento e fiscal.
- Redução de risco de erro em documentos de saída.
- Processo mais fluido da entrega até a cobrança.
6. Ter informações rápidas para atendimento e decisão
Desafio
Seu time perde tempo procurando:
- histórico de cliente,
- posição de crédito,
- situações de inadimplência,
- contratos e condições específicas.
Como o SGI + SFA ajudam
O SGI concentra:
- dados de clientes,
- histórico de compras e pagamentos,
- condições comerciais,
- posição de contas a receber.
O SFA leva parte dessas informações para a mão do motorista:
- cadastros,
- histórico básico,
- situação de crédito,
- roteiro do dia.
Impacto
- Atendimento mais rápido e assertivo.
- Menos ligações internas para “checar informação”.
- Decisões mais embasadas, tanto no escritório quanto em campo.
7. Programar rotas considerando capacidades de cada veículo
Desafio
Veículos subutilizados ou mal utilizados aumentam o custo por entrega.
Como o SGI ajuda
Na rotina de programação de rota, o SGI permite:
- visualizar informações como último abastecimento e capacidade do cliente;
- relacionar isso com a capacidade de carga dos veículos disponíveis.
Assim, o programador consegue escolher o veículo mais adequado para a rota, considerando:
- volume a ser entregue,
- perfil dos clientes,
- capacidade de tanques/cilindros.
Impacto
- Racionalização na ocupação da frota, com menos casos de caminhão “sobrando” ou “faltando”.
- Redução de custos por entrega com uso mais adequado dos veículos.
- Possibilidade de aumentar em até 20% o número de atendimentos em uma mesma rota, quando há espaço de otimização.
Como o RTSys SFA complementa o SGI em campo
O RTSys SFA é o app que coloca parte do SGI na mão do motorista (e, em alguns cenários, do leiturista).
Na prática, o SFA oferece:
- lista de clientes e sequência de atendimento;
- dados básicos de cada cliente (condições, histórico, crédito);
- registro de entregas, trocas e devoluções;
- emissão de NF e boleto durante a distribuição, nos casos em que isso faz parte do modelo comercial;
- sincronização com o SGI assim que houver conexão.
A gestão de corte e religamento, quando existe, é planejada no escritório e pode ser executada em campo pela equipe adequada (técnicos ou leituristas, não necessariamente o motorista), seguindo o fluxo de ordens de serviço definido pela empresa.
Benefícios para o gestor
- Visão mais completa da operação de campo dentro do SGI.
- Menos informação perdida ou registrada “depois”.
- Decisões baseadas em dados mais confiáveis.
Visão financeira e contábil: enxergando o retorno do ERP na operação
Um ERP para GLP a granel precisa ir além da operação: ele deve apoiar o entendimento do resultado.
Com o SGI, você tem:
- Financeiro – contas a pagar/receber, fluxo de caixa, conciliações.
- Contábil – balancetes, demonstrativos, resultados por centro de custo.
- Fiscal – apuração de impostos, livros fiscais, obrigações acessórias.
Em vez de “ROI por rota (diesel vs. receita)” calculado automaticamente, o SGI oferece:
- visão de faturamento por cliente, região e tipo de atendimento;
- relação de custos por centro de custo (incluindo frota, se você assim organizar);
- relatórios gerenciais que permitem avaliar se as ações de otimização de rota, frota e atendimento estão refletindo no resultado.
Você enxerga se:
- as despesas logísticas estão sob controle,
- o faturamento compensa os esforços por região,
- há necessidade de reconfigurar contratos, rotas ou perfis de atendimento.
Conclusão: por que considerar o SGI da RTSys para sua distribuidora de GLP a granel
Se o seu ERP atual:
- não conversa bem com a realidade de GLP a granel,
- dificulta a programação e o acompanhamento de rotas,
- complica o atendimento às exigências da ANP e das Receitas,
- e não te dá clareza sobre o impacto financeiro da operação,
Vale olhar para uma solução feita para o seu segmento.
O RTSys SGI, integrado ao RTSys SFA, foi criado para:
- organizar rotinas de distribuição de GLP a granel,
- conectar campo e escritório,
- apoiar conformidade fiscal e regulatória,
- e dar ao gestor mais base para decidir onde ajustar para melhorar o resultado.
FAQ – ERP para distribuidoras de GLP a granel
1. O SGI calcula automaticamente diesel por km de cada entrega?
Não desse jeito. O SGI permite registrar custos por veículo/centro de custo e cruzar isso com dados de atendimento e rotas, o que ajuda a analisar onde o custo logístico está mais pesado e onde otimizar. Mas não vende uma “calculadora mágica de diesel por entrega”.
2. O sistema monitora “com precisão” o estoque dos clientes?
Ele ajuda a acompanhar consumo e atendimentos, especialmente quando há leitura (como em condomínios com medidores individualizados), e a usar esse histórico para planejar reposições. Não é um sensor físico de nível de tanque; é um apoio de gestão baseado em dados de consumo.
3. O SGI faz roteirização automática completa da frota?
O SGI oferece rotinas de cadastro de rotas, clientes, capacidades e registro de percursos, que apoiam a programação de rotas. Ele não substitui totalmente o bom senso e a experiência do programador, mas dá muito mais informação para montar e ajustar as rotas.
4. O que o RTSys SFA leva para o campo?
Na mão do motorista (e, em alguns casos, de leituristas), o SFA leva: lista de clientes, sequência de atendimento, dados principais de cada cliente, registro de entregas e, onde fizer sentido, emissão de NF e boleto durante a distribuição, tudo integrado ao SGI.
5. O SGI atende obrigações da ANP e das Receitas Estaduais?
Sim. O sistema foi pensado para distribuidoras de GLP a granel, com rotinas fiscais que apoiam apuração de impostos, geração de livros fiscais e integração com as exigências da ANP e das Receitas Estaduais da Indústria do Gás.





